INSIGHTS

INOVAÇÃO E SUSTENTABILIDADE

Home /

Case ANEEL: por que optar por novos modelos de sustentação?

Na gestão da infraestrutura e dos serviços que garantem a manutenção da saúde operacional é preciso ir além de questões técnicas e tecnológicas.

POR EDUARDO DE OLIVEIRA MARTINELLI (Diretor de Tecnologia da Hepta)

Artigo publicado na revista CIO Brasil em 13 de abril de 2017

 

Transformação e inovação são marcas registradas no mundo a tecnologia. Sem dúvida, a TI assumiu papel estratégico por ser um vetor de mudanças e de evolução em qualquer negócio, seja no setor privado, seja no setor público. Por isso a boa governança digital exige um olhar atento não apenas às novas tecnologias, mas também a metodologias e modelos que promovam flexibilidade e agilidade na adaptação a novos ambientes e operações.

No caso da gestão da infraestrutura e dos serviços que garantem a manutenção da saúde operacional é preciso ir além de questões técnicas e tecnológicas. É preciso repensar modelos de prestação de serviços, buscando formas de otimizar investimentos garantindo flexibilidade e elasticidade nas contratações, de forma que a estrutura possa se adequar às necessidades do negócio. Foi com essa linha de pensamento que a Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel repensou completamente seu modelo de contratação de serviços para a sustentação de ambientes tecnológicos.

Seguindo as orientações da Instrução Normativa nº 4, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação, órgão do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) responsável pelas políticas e orientação normativa das atividades no Governo Federal, a equipe responsável pelo planejamento da contratação de serviços buscou no mercado soluções que se adequassem a suas necessidades, ao mesmo tempo que promovessem melhorias em todo o seu sistema de gerenciamento de tecnologia da informação (TI).

A equipe de planejamento da contratação da agência detectou um diferencial no modelo proposto pela Hepta, de mudança de abordagem na contratação dos serviços de TI de forma a quantificar e qualificar o esforço técnico e, assim viabilizar a evolução tecnológica. Ao se apropriar desse novo conceito e personaliza-lo de acordo com as características e necessidades institucionais, a Aneel conseguiu dar um salto na gestão dos seus serviços.

O novo modelo de contratação de serviços de sustentação de ambientes deixou de lado os cálculos baseados em hora/homem, horas de serviços ou Unidades de Serviço Técnico (UST) e passou a considerar Pontos de Itens de Configuração (PIC), termo esse cunhado pela Aneel. Isto é, cada item que compõe o ambiente tecnológico da instituição, seja um servidor ou qualquer outro ativo relevante do datacenter e rede (switches, sistema operacional, servidores virtuais, etc), é utilizado para dimensionar o tamanho e complexidade do ambiente a ser sustentado. Dessa forma, variações sazonais e evoluções do ambiente são imediatamente detectadas de forma a quantificar e qualificar o esforço técnico na gestão da operação e consequentemente na governança.

Faça download do conteúdo completo em formato PDF.


Mais recentes

Benefícios da gestão de riscos no setor público
Embora não seja totalmente nova na administração pública brasileira, a gestão de riscos cada vez mais vem sendo incorporada por órgãos de governo
Gestão de Risco no Setor Público
Projeto de desenvolvimento de uma plataforma online integrada para a gestão de riscos estratégicos.
PREVENÇÃO É A SOLUÇÃO
Cada vez é mais importante manter o parque tecnológico atualizado e usar ferramentas automatizadas de gestão de identidades

Busca por tipo de mídia